
Gestores do BB estão descontrolados. É gravíssimo o ato de destituir da comissão e transferir bancária beneficiária de sentença judicial.
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Ao retornar de afastamento por licença-saúde nesta segunda-feira, 20/06, em mais um gesto típico de tiranos nazistas, a Gerência de Pessoas (Gepes) São Luís comunica a transferência e o desligamento da função a uma das bancárias beneficiadas pelo restabelecimento por decisão judicial da jornada de trabalho para 6 horas diárias.
Com essa atitude, ganha novo capítulo a novela de terror e desacato intentado contra a Justiça do Trabalho e o direito individual da categoria bancária, onde piora o papel de vilão do Banco do Brasil na densa teia de se situar acima das leis e da Constituição Federal no Maranhão.
Há cada dia aumenta a quantidade de bancários no Estado investidos em funções comissionadas de 6 horas por sentença judicial. Todos os que não são lotados na Gepes São Luís e na Superintendência Estadual estão tranquilamente exercendo suas funções sem sofrer qualquer constrangimento ou assédio moral para desistir de um direito que a Consolidação das Leis do Trabalho garante.
“É nítida a postura de queda de braço do BB com a Justiça do Trabalho no Maranhão. O fato de outros empregados da Gepes São Luís e da Super-MA terem aberto mão de um direito líquido e certo reforça a necessidade de a justiça impor uma pesada multa ao banco. Pelo que se vê, o que está em jogo é a dobradinha da Super-MA com a Gepes São Luís no sentido de incutirem o pânico no imaginário dos demais empregados do BB no Estado. Eles querem sacramentar o medo como ferramenta de gestão para continuarem a impor metas e metas e mais metas. No que depender da nossa disposição de luta, não vão conseguir”, afirma David Sá Barros, presidente do SEEB-MA.
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