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DESTAQUE / CAIXA ECONÔMICA

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Governo Bolsonaro anuncia nova reestruturação na CEF

Objetivo do presidente é enxugar ainda mais a estrutura do banco para privatizá-lo.

30/01/2020 às 12:04
Ascom/SEEB-MA
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Foto: arquivo/SEEB-MA

O Governo Bolsonaro continua seguindo à risca o plano de privatização da Caixa Econômica Federal. Embora adote um falso discurso na mídia – de que é contra o desmonte da CEF – o presidente segue realizando reestruturações na estatal, a fim de preparar a venda da empresa ao capital privado.

A exemplo de seus antecessores, que fecharam agências, lançaram programas de demissão voluntária (PDVs) e fatiaram o banco para a venda de setores estratégicos, o atual governo decidiu ampliar algumas dessas medidas, anunciando, na quarta-feira (22/01), a extinção de superintendências regionais (SRs), superintendências de áreas (SUREs), gerências de filiais (GIGADs) e representações de gestão (REGADs).

De acordo com o presidente da Caixa, Pedro Guimarães, a medida visa “modernizar o banco para recuperar a participação em produtos e segmentos de pessoas físicas e jurídicas”. Porém, na verdade, o objetivo é outro: enxugar ainda mais a estrutura da CEF para privatizá-la muito em breve.

Além disso, a justificativa de Guimarães comprova que a Caixa tem se distanciado cada vez mais do seu papel social, aproximando-se, por outro lado, da política do mercado, separando, inclusive, agências para pobres (varejo) de agências para clientes com média ou alta renda.

“Na prática, isso significa impulsionar a venda de capitalizações, previdências, seguros e cartões em busca do lucro. Porém, com os PDVs e a falta de concursos públicos, o número de bancários nas agências se tornou ainda mais escasso, sobrecarregando a categoria e impossibilitando a prestação de um atendimento de qualidade. Desse modo, o Governo joga a população contra a Caixa, que passa a julgar o banco público como ineficiente, defendendo a privatização, que só lhe causará prejuízos” – avaliou o presidente do SEEB-MA, Eloy Natan.

Como se tudo isso não bastasse, o Governo Federal, sob a alegação de que “está muito apertado”, tem exigido ainda que a Caixa corte despesas e repasse verbas ao Tesouro Nacional, fragilizando ainda mais o banco público, enquanto abre espaço para a abertura de novos correspondentes imobiliários, bancários e lotéricas.

Por todo o exposto, a Caixa precisa do apoio de toda a sociedade, em especial, da população mais carente, que depende da CEF para obter crédito a juros mais baixos, o financiamento da casa própria, o acesso ao ensino superior, o recebimento do Bolsa Família, dentre outros benefícios que nenhum banco privado pode oferecer.

O SEEB-MA conclama todos os bancários maranhenses, assim como todos os brasileiros, a se mobilizarem, se conscientizarem e, sobretudo, se juntarem à luta em defesa da Caixa 100% Pública!

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