
Nesta terça-feira (17/01), o Copom (Comitê de Política monetária do Banco Central) realiza a primeira reunião do ano para definir a Selic, que é a taxa básica de juros. O encontro continua nesta quarta-feira (18/01) e o resultado vai ser divulgado pela noite.
A Selic, que chegou a atingir 12,5% ao ano, já sofreu três quedas consecutivas de 0,5 ponto percentual cada, e chegou ao patamar atual de 11%. A expectativa é que haja outra redução de 0,5 p.p, seguindo o padrão que vem desde agosto de 2011, quando o BC iniciou o ciclo de afrouxamento monetário. O posicionamento foi tomado para proteger o país da crise internacional, que gera uma desaceleração da economia global e, consequentemente, reflete no Brasil.
Os analistas prevêem que, este ano, a taxa chegue ao final do exercício financeiro em torno de 9,5%. O movimento sindical acredita que a queda da Selic é essencial para a criação de novos empregos e aumento da produção no país. O Brasil tem as maiores taxas de juros do mundo, e esse quadro, inclusive, só beneficia os banqueiros.
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