
Assim como os gnus lutam pela vida, gerentes do BB são obrigados a cometer absurdos pela sobrevivência em seus cargos.
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Quem assiste ao canal Nat Geo Wild, presente em algumas TVs por assinatura, já deve ter visto cenas da viagem dos gnus pelas savanas africanas em busca de alimentos. O gnu é um mamífero da família bovidae, também conhecido como boi-cavalo, que vive na África.
Com a chegada da estiagem, para fugir da fome, eles migram para outros campos e num ato de desespero são obrigados a atravessar rios cheios de crocodilos que os aguardam famintos.
Inicialmente, hesitam em fazer a travessia, mas como se trata de sobrevivência, logo um gnu mais afoito se lança e é seguido pelos demais. Na aventura pela vida, inúmeros deles morrem atolados na margem dos rios ou são engolidos pelos crocodilos.
Ao assistir àquelas cenas é impossível não comparar os gnus com a atual situação dos gerentes do Banco do Brasil no Maranhão, que se veem obrigados a cometer absurdos para cumprir as metas abusivas definidas pela direção do banco, “tocadas” pela superintendência estadual, sob a máxima: “ou entregam a encomenda ou cargo”.
Sem solicitação/autorização dos clientes, os gestores implantam limites de cheques especiais, debitam parcelas de operações em atraso, bloqueiam contas para forçar a venda de produtos e entrega de cartões, liberam operações de crédito sem a assinatura dos clientes, dentre outras atitudes praticadas sem qualquer respaldo ético ou moral.
A comparação só não é perfeita porque, para os gnus, é uma questão de vida ou morte. No caso dos gerentes, a maioria também se dá por sobrevivência no cargo, mas cá e lá nos deparamos com alguns gnus vaidosos querendo virar crocodilos.
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