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Brasileiro gasta mais com supérfluos do que com alimentos em 2011

Famílias trocam TV de tubo por de LCD e computador por laptop, segundo o IBGE.

14/02/2012 às 16:22
R7.com
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Com emprego garantido e o aumento na renda, o consumidor brasileiro, proporcionalmente, gastou mais com produtos supérfluos do que com alimentos em 2011, segundo números da Pesquisa Mensal do Comércio divulgada nesta terça-feira (14) pelo IBGE (Instituto Brasileiro de Geografia e Estatística).

O segmento de móveis e eletrodomésticos foi o que mais cresceu no ano passado, com alta de 16,6% nas vendas, enquanto o comércio de alimentos aumentou tímidos 4% no mesmo período.

Além do bom momento para o trabalhador, com aumento na geração de emprego com carteira assinada, o comportamento dos preços nos dois setores e a oferta de crédito ajudam a explicar esse resultado, na avaliação do IBGE.

De acordo com a pesquisa, o preço dos alimentos subiu 5,4% nos últimos 12 meses de acordo com o IPCA (Índice de Preços ao Consumidor Amplo), impactado pela alta das matérias-primas básicas (commodities) e também por fatores climáticos, como secas e enchentes, que provocaram aumento nos preços de legumes e hortaliças.

Em contrapartida, os preços dos eletroeletrônicos, que integram o segmento móveis e eletrodomésticos, ficaram mais atraentes ao longo do ano passado.

Assim, a soma de preços atraentes, manutenção do emprego, aumento na renda dos trabalhadores e oferta de crédito fez com que, proporcionalmente, o brasileiro gastasse menos com as compras de alimentos no mercado.

Ou seja, uma vez garantida a alimentação, o consumidor vai em busca dos bens considerados supérfluos. Segundo o gerente da Coordenação de Serviços e Comércio do IBGE, Reinaldo Pereira, é o momento em que as pessoas vão trocar a TV de tubo por uma LCD ou de LED, ou mesmo as substituições de um computador convencional por um laptop, por exemplo.

Para Pereira, o bom resultado nas vendas de eletroeletrônicos também foi impactado por uma “demanda reprimida” por esse tipo de produto graças à ascensão de parte da população para a classe média. De acordo com o IBGE, foi a primeira vez que o comércio de móveis e eletrodomésticos teve mais peso do que as vendas de alimentos e bebidas que, historicamente, costumam representar o maior volume no comércio varejista.

Os móveis e eletrodomésticos representaram quase metade (45,6%) do resultado total das vendas, enquanto o setor de hipermercados foi responsável por cerca de um terço (27,3%) do volume do varejo em 2011.

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