
Para o coordenador Francisco Sousa, o principal impasse continua sendo o Saúde Caixa.
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Em Assembleia Virtual realizada nesta quinta-feira (17/09), os bancários da Caixa no Maranhão rejeitaram - por ampla maioria - a nova proposta de ACT. Para o coordenador Francisco Sousa, o principal impasse continua sendo o Saúde Caixa.
A proposta traz avanços pontuais: a participação da Caixa no custeio subirá de 6,5% para 9% até 2027, o pacto intergeracional será mantido, sem cobrança por idade, e o banco assumirá o déficit de 2026.
Porém, os retrocessos continuam pesando no bolso. A mensalidade do titular sobe de 3,5% para 3,7%, o teto familiar passa de 7% para 9% da renda bruta e a coparticipação máxima aumenta de R$ 3.600 para R$ 4.700.
Para agravar a situação, o dependente direto passa para R$ 560, o Pronto Atendimento sobe para R$ 120, a 13ª mensalidade permanece e quem ingressou após 2018 continua sem Saúde Caixa na aposentadoria.
“Essa proposta está longe de resolver o problema. Avanço de verdade é acabar com o teto de custeio, implantar o modelo 70/30 e garantir isonomia aos empregados admitidos pós-2018” - afirmou Francisco.
Por isso, a categoria decidiu manter a greve até que a Caixa apresente um ACT que atenda, de fato, às reivindicações dos trabalhadores.
BANCO DA AMAZÔNIA
No BASA, a greve também continua, com os trabalhadores mobilizados por avanços nas negociações e atendimento das pautas do funcionalismo.
SE É GRAVE, É GREVE!
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